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Área Restrita

O aquecimento global, a poluição e os reflexos na saúde

Estudo recente realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS),órgão da ONU, em parceria com a Universidade Bath, do Reino Unido, mostrou que 92% da população mundial vive em áreas com qualidade do ar inferior aos padrões recomendados.


Utilizando uma tecnologia cujos dados são obtidos através de sensores de monitoramento terrestre e de movimentação do ar instalados em satélites muito sensíveis, foi possível chegar a essa conclusão. Dentre as áreas mais atingidas pela poluição, com volume de partículas finas em suspensão maior que o recomendado, estão cidades do Oriente Médio, outras no sul e sudeste da Ásia, incluindo cidades da China e Índia, e cidades do centro e norte da África.
No Brasil, a queima de carvão e madeira, os sistemas de transporte antiquados e ineficientes e a incineração de lixo são as principais causas do nível de poluição por aqui. Embora a costa do Nordeste e o Distrito Federal tenham um volume de partículas suspensas menor, mantendo-se dentro dos padrões, na cidade de São Paulo e no estado do Mato Grosso, a realidade é outra, onde os índices de poluição ficam acima do recomendado.
Em função do resultado do estudo, a OMS propõe que ações sejam empreendidas nas cidades e estados onde os índices não são bons. Muitas dessas ações possuem uma relação direta com o combate às mudanças climáticas e ao aquecimento global. A começar pelo investimento em energias renováveis, o incentivo ao transporte público eficiente e menos poluente, a redução das atividades industriais e a gestão eficiente dos resíduos sólidos.
Se não forem feitas mudanças no sentido de reduzir tanto poluição como aquecimento global, a saúde das pessoas irá piorar. Prova disso são os dados apurados pela OMS indicando que 1 em cada 9 mortes é provocada pela poluição. São 36% das mortes por câncer de pulmão, 34% por AVC, além de 27% dos ataques cardíacos fatais.